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quinta-feira, 11 de novembro de 2010

JOGAR TETRIS PODE SER SOLUÇÃO PARA ESTRESSE PÓS TRAUMÁTICO

Estudo sugere que o jogo de raciocínio pode reduzir os flashbacks que acometem as pessoas que sofrem do transtorno.

Jogo age diretamente no mecanismo cerebral que causa a lembrança involuntária do trauma

Um dos grandes problemas para as pessoas que passam por um trauma muito grande, como vítmas de sequestro ou soldados que voltam de conflitos, é o Transtorno do Estresse Pós Traumático. Essas pessoas passam a ser assombradas por flashbacks que podem fazê-las reviver as experiências terríveis por anos e até décadas. A pesquisadora de psicologia clínica da Universidade de Oxford, Emily Holmes, pode ter uma solução inusitada para aliviar o sofrimento dos pacientes.

Em 2009, a pesquisadora demonstrou que voluntários que haviam jogado Tetris por meia hora depois de serem submetidos a uma exibição de fotos explícitas de ferimentos tiveram menos recordações das imagens vistas. Não ficou claro, na época, se o jogo funcionou apenas como uma distração e se o efeito pode ser conseguido com outros jogos. Seus últimos estudos demonstram que essa “cura” pode ser conseguida apenas com jogos onde o raciocínio visuo-espacial é necessário. Tetris é um dos jogos mais clássicos a usar essa capacidade.

Para comprovar essa tese, os últimos testes de Holmes envolveram voluntários separados em três grupos: o primeiro grupo jogou Tetris, o segundo grupo jogou um quiz de conhecimentos gerais e o terceiro não jogou nada. O grupo que jogou Tetris teve metade das recordações que o grupo que não jogou nada. Já o grupo que brincou com o jogo de conhecimentos gerais teve mais recordações do que o segundo grupo.

O resultado positivo com o quebra-cabeça foi conseguido até quatro horas após a experiência traumática, segundo a pesquisadora. Mais do que uma distração, o jogo interfere com os mecanismos que formam as memórias intrusivas, diretamente ligadas com as recordações, ou flashbacks, nos casos de estresse pós-traumático. Segundo o estudo, o cérebro leva cerca de seis horas para gravar permanentemente memórias aleatórias relacionadas a um grande trauma.

Por Leonardo Carvalho
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ESTUDO LIGA EXCESSO DE ENVIO DE MENSAGENS COM COMPORTAMENTOS DE RISCO

Jovens que mandam mais mensagens SMS ou usam muito as redes sociais teriam maior probabilidade de ter consumido álcool ou praticado sexo, segundo estudo.


Um polêmico estudo conduzido na Faculdade de Medicina da Universidade Case Western apontou que adolescentes que enviam 120 mensagens de texto ou mais por dia tem mais chance de ter praticado comportamentos de risco, como consumo de álcool ou drogas ou prática de relações sexuais, do que seus colegas que não mandam tantas mensagens.

Uma pesquisa foi feita em 20 colégios de ensino médio na região de Cleveland, estado de Ohio, no ano passado e entrevistou mais de 4200 estudantes. A conclusão foi que um em cada cinco estudantes enviava mensagens SMS em excesso e um em cada nove passava muito tempo em redes sociais, cerca de três ou quatro horas por dia, segundo parâmetro do estudo.

O estudo foi conduzido pelo Dr. Scott Frank, professor de epidemiologia e bioestatística da Faculdade. Segundo ele, “Se os pais estão monitorando o envio de mensagens e a conduta em redes sociais dos seus filhos, eles provavelmente estão monitorando suas outras atividades”. Em resumo, a situação inversa também é verdadeira para o estudo: pais ausentes, ou mais permissivos, que não monitoram as atividades sociais dos seus filhos também não monitoram as mensagens trocadas entre os jovens.

Segundo o estudo, os adolescentes que mandam pelo menos 120 mensagens por dia têm cerca de três vezes e meia mais chances de ter mantido relações sexuais do que colegas que não usam tanto SMS. O mesmo vale para envolvimento em brigas, consumo de álcool e uso de drogas ou medicamentos sem prescrição.

O estudo, no entanto, não perguntou para nenhum adolescente qual o conteúdo das mensagens enviadas.

A agência Associated Press conversou com estudantes do subúrbio de Cleveland sobre as mensagens enviadas por eles. As respostas foram as mais inocentes possíveis. Uma jovem disse “Eu mando textos para a minha mãe perguntando a que horas ela vem me buscar”. Ela diz que a maioria das mensagens enviadas e recebidas por ela (cerca de 250 por dia) são de assuntos banais como tarefas do colégio. Nada relacionado a sexo.

Uma amiga da estudante, que não gosta de usar o telefone para falar - “Os braços ficam cansados e sua orelha fica suada” – completa dizendo que costuma tirar notas altas no colégio. Se alguns amigos agem como malucos, ou têm comportamento de risco, é apenas uma coincidência, segundo a jovem.

Por Leonardo Carvalho
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SONO TRANQUILO TRAZ BENEFÍCIOS PARA SAÚDE

Uma noite bem dormida evita o ganho de peso, retarda o envelhecimento e melhora a memória. Durante o sono, há uma intensa atividade do metabolismo e do cérebro.

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quarta-feira, 22 de setembro de 2010

HIPOCONDRIA

A hipocondria é uma interpretação errada de sintomas físicos pelo indivíduo, também pode aparecer  de um Transtorno de ansiedade. A doença é um distúrbio que aparece na adolescência e se não for tratado pode se tornar um pesadelo na vida adulta, desencadeando outros problemas a saúde.




Documentário exibido no programa ESPAÇO ABERTO  (GLobo News) - 14.09.10


1. O que é Hipocondria?


A hipocondria, ou transtorno hipocondríaco é o medo mórbido de adoecer ou de estar doente. Como na maior parte dos transtornos de somatização, as mulheres são maioria. Para hipocondria há proporção de 3 mulheres para 2 homens. Estima-se que até 5% da população tenha em algum momento da vida um quadro parcial ou pleno de hipocondria. Aparentemente baixo nível sócio-educacional está associado a mais casos de hipocondria na população. Fatores culturais, formas de expressar o sofrimento, vivências prévias e características psicológicas individuais são fatores envolvidos no aparecimento do quadro.

2. Por quais razões a Hipocondria se desenvolve?

Este temor de estar doente pode se aproximar de uma obsessão, levando à busca compulsiva por auxílio médico e tratamentos para a suposta doença. Por esta razão a hipocondria possui proximidade com o Transtorno obsessivo-compulsivo (TOC). Também existe proximidade da hipocondria com os transtornos de somatização, com a apresentação de sintomas físicos sem explicação clínica.

O paciente crê estar doente e interpreta de forma errônea sinais de seu corpo, como, por exemplo, achar que tem um tumor cerebral porque apresenta dor de cabeça eventualmente.

3. Como sei identificar se alguém está com este problema?

O diagnóstico da hipocondria é feito quando há crença da existência de uma doença física grave durando mais de seis meses. Tal crença causa angústia e prejuízo das atividades cotidianas e leva a busca por ajuda de serviços de saúde.

Há recusa ou grande relutância em aceitar o reasseguramento médico que atesta não haver doença física presente. Tal diagnóstico só é feito quando não há outros transtornos mentais que justificariam tais sintomas, como quadros delirantes ou depressivos graves.

Uma característica importante do paciente hipocondríaco é sua crença legítima sobre uma doença física. Não há intenção de ganho secundário ou manipulação dos sintomas para obtenção de vantagens, como nos transtornos factícios.

A preocupação hipocondríaca pode revelar quadros transitórios, muitas vezes ligados a estressores psicossociais. Um exemplo clássico entre estudantes de medicina é a “síndrome do 3º ano”, na qual alunos que estão entrando em contato com o sofrimento e doenças alheias passam a sentir sintomas de patologias graves.

O adoecimento de familiares e a morte de pessoas próximas também é fator desencadeante comum para pensamentos e temores hipocondríacos. Em geral estes quadros reativos são passageiros, remitindo espontaneamente.

Já os quadros mais persistentes de hipocondria frequentemente possuem comorbidade com transtornos depressivos, ansiosos e de personalidade.

Na verdade, quadros depressivos apresentam muitas vezes sintomas hipocondríacos, mas não chegam a compor o diagnóstico completo.

4. A Hipocondria tem tratamento?

Sim. Inicialmente deve-se excluir diagnósticos clínicos de fato, em geral por meio de consulta médica especializada e de exames específicos, quando indicados.

Em geral o paciente com hipocondria peregrina por diversos profissionais, buscando explicação e tratamento para seus sintomas, até finalmente ser encaminhado para um profissional da área de saúde mental.

5. A quem devo pedir ajuda/auxílio?

Após consultar um médico e o paciente deve ser encaminhado para ajuda psiquiátrica, que irá excluir outros transtornos mentais (depressão, transtornos ansiosos, transtornos de somatização, quadros psicóticos, síndromes álgicas etc).

O tratamento da hipocondria é realizado com psicofármacos similares aos utilizados nos quadros ansiosos e no TOC. Há boa resposta a antidepressivos e ansiolíticos.

Quanto ao tratamento psicoterápico, a única linha suficientemente estudada é a Terapia Cognitivo-Comportamental (TCC), que tem apresentado resultados animadores na redução de sintomas destes pacientes e na melhoria de sua qualidade de vida. Aparentemente o melhor tratamento disponível é a combinação de psicofarmacoterapia adequada e TCC.

Técnicas de relaxamento e terapia interpessoal podem ser bastante adequadas para estes pacientes, mas ainda não há estudos suficientes para que possamos afirmar isso.

Fonte: blog saúde e bem estar e Globo vídeos
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segunda-feira, 20 de setembro de 2010

DIA MUNDIAL DO ALZHEIMER - 21 DE SETEMBRO

Saiba tudo sobre a doença , cerca de 5% da população com mais de 65 anos de idade têm a doença. Depois dos 80 anos, a incidência fica ainda maior, e chega a 15%. Só no Brasil, são cerca de 700 mil pessoas com o mal. A Globo News realizou um debate sobre a doença e colocamos para nossos leitores  em 1° mão.


DEBATE REALIZADO DIA 20.09.2010

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sexta-feira, 23 de julho de 2010

PREVENDO O ALZHEIMER

Um grupo de cientistas do King’s College, de Londres, fez uma descoberta que poderá facilitar a prevenção da doença de Alzheimer. Segundo o estudo realizado, daqui a cinco anos, através de uma simples picada no dedo, qualquer pessoa pode ficar a saber se virá a sofrer da doença ou não.

A detecção pode ser feita a partir da presença no sangue de uma proteína chamada Clusterina. A equipa de cientistas analisou as proteínas de 95 pacientes e detectou que a presença daquela proteína está definitivamente ligada aos primeiros sinais de Alzheimer.

“Descobrimos que esta proteína aumentava no sangue até dez anos antes de as pessoas terem sinais de Alzheimer no cérebro”, afirmou Simon Lovesone, responsável pela orientação do estudo. Esta doença atinge cerca de 35 milhões de pessoas no mundo inteiro, sem que, por enquanto, exista algum tipo de cura.

PARA MELHOR VISUALIZAÇÃO  CLIQUE NA IMAGEM E SAIBA MAIS:
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segunda-feira, 5 de julho de 2010

EXERCÍCIO FÍSICO COMO REMÉDIO PARA INSÔNIA

Exercício físico é remédio para insônia? É o que diz o professor educação física Marco Túlio de Mello, do Instituto do Sono, da UNIFESP: “para quem tem uma insônia ou para quem tem um distúrbio de movimento, que não seja muito grave, que não precise de uma intervenção com remédio, o exercício é o primeiro tipo de tratamento, que poderia ser dado, em vez de tomar remédio”.

E outra boa notícia: o exercício físico à noite, ao contrário do que se pensava, não atrapalha o sono de quem dorme bem
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PERCA PESO DORMINDO

Cama-balança confirma: podemos perder quase 1kg enquanto dormimos

Pesquisa revela que quem dorme menos, engorda mais. E outra boa notícia: o exercício físico à noite, ao contrário do que se pensava, não atrapalha o sono de quem dorme bem.




Veja reportagem exibida no dia 03.07.10 no Globo Reporter



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quarta-feira, 26 de maio de 2010

ATIVIDADE FÍSICA AMENIZA DOR DE CABEÇA


Mais um bom motivo para fazer exercício!

O primeiro estudo epidemológico sobre dor de cabeça realizado por pesquisadores da Universidade Federal de Santa Catarina e da Universidade Federal de São Paulo concluiu que praticar atividade física ameniza a dor de cabeça.

O trabalho ouviu 3.848 pessoas escolhidas aleatoriamente, de ambos os sexos, com idade entre 18 e 79 anos.

Avaliou-se também a relação entre a enxaqueca e cefaléia – nome científico da dor de cabeça- com hábitos do dia-a- dia, como a prática regular de exercícios físicos. No final, a pesquisa concluiu que os sedentários apresentaram 43% mais enxaqueca e 100% mais cefaléia crônica do que os indivíduos que se exercitam. E explicação é que os exercícios aumentam a produção de endorfinas, neurotransmissores que proporcionam bem-estar.

Eles funcionam como uma morfina natural. Alguns artigos sugerem também que outras substâncias liberadas durante a atividade física, como a epinefrina e os esteróides, podem estar por trás do alívio. A melhora na circulação sanguínea, que provoca um aumento da oxigenação cerebral, é mais um fator que colabora para o fim das dores.

Fonte: http://bemstar.globo.com/

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domingo, 7 de fevereiro de 2010

ENXAQUECA

A enxaqueca é um desequilíbrio químico no cérebro, envolvendo hormônios e substâncias denominadas peptídeos. Esse desequilíbrio resulta de uma série de outros desequilíbrios neuroquímicos e hormonais, decorrentes do estilo de vida e hábitos do portador da doença, e também de uma predisposição genética. O resultado é uma série de sintomas, que podem ir muito além da dor de cabeça. Por sinal, existem casos de crises de enxaqueca sem, ou com muito pouca dor. Geralmente porém, a dor de cabeça é o sintoma mais dramático da enxaqueca e sua intensidade, apesar de variável, na maioria dos casos é moderada a severa.

A dor pode ser latejante (pulsátil), em peso, ou uma sensação de "pressão para fora", como se a cabeça fosse explodir.

A localização da dor pode variar de crise para crise; raramente dói sempre no mesmo lugar. A dor pode ocorrer em qualquer lugar da cabeça, inclusive na região dos dentes, dos seios da face e da nuca, dando origem à confusão com problemas dentários, de sinusite e de coluna.

Os demais sintomas da enxaqueca compreendem náuseas (enjôo), vômitos, aversão à claridade, ao barulho, aos cheiros, hipersensibilidade do couro cabeludo, visão embaçada, irritabilidade, flutuações do humor, ansiedade, depressão (mesmo fora das crises) e lacrimejamento. Um indivíduo não precisa apresentar todos estes sintomas para tr enxaqueca. Normalmente apresenta alguns deles, em graus variados.

Saiba mais sobre as causas, sintomas e prevenções da enxaqueca nos vídeos abaixo na reportagem da Globo News dia 02/02/10 onde médico Neurologista informa sobre essa patologia:





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