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A Clínica Holistetic funciona dentro da Academia Cagin, São Francisco - Manaus, 06hs as 22hs. TEL:(92)3664-6340 ou 9239-6043.
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sábado, 5 de janeiro de 2013

QUELÓIDE, A MAIS TEMIDA DAS CICATRIZES

Tudo sobre quelóide, como surge e as formas de tratamento para minimizar o problema



O quelóide sem dúvida é um grande medo de quem faz qualquer tipo de cirurgia. Ter uma cicatriz feia pode comprometer o resultado de qualquer cirurgia, ainda mais se for estética.

Apesar do quelóide ser um tipo cicatriz específico, muitos pacientes pensam ter quelóides, pois há uma entendimento leigo de que qualquer cicatriz que não é ideal é um quelóide.

Isso não é verdade. Quelóide é uma cicatriz em alto relevo, grossa, geralmente acompanhada de coceira ou dor. Tem um forte componente genético, acomentendo mais frequentemente negros e asiáticos. Na maioria das vezes, começa a coçar e ficar alta depois de 3 semanas a 3 meses da cirurgia. Não regride sozinha sem tratamento, ficando alta e grossa permanentemente.

Muitas vezes confundida com o quelóide, a cicatriz hipertrofica é um tipo de cicatriz que se assemelha a um quelóide, mas não é tão intensa e regride sozinha com o tempo, ficando plana na maioria das vezes depois de 6 a 16 meses da cirurgia.

Outras cicatrizes inestéticas rotuladas de quelóide, são cicatrizes alargadas, atróficas (em baixo relevo) ou retraídas. Todas elas não apresentam alto relevo, apesar de serem esteticamente indesejáveis.

O quelóide é formado por uma produção descontrolada de colágeno. Este exagero na produção faz com que a cicatriz, em vez de plana, fique em alto relevo e invada a pele íntegra, ultrapassando os limites originais da lesão.

Os tratamentos para quelóide visam a reduzir a produção de colágeno ou diminuir o acúmulo deste. Cremes ou placas a base de silicone, assim como a compressão da area da cicatriz e cremes de corticoides são alguns exemplos.


Uma vez em formação, quando o relevo já está alto, estes tratamentos não ajudam muito. A injeção de corticóide é mais eficaz na tentativa de paralisar o crescimento ou minimizar o quelóide. Às vezes consegue a até a involução.

Os lasers estão ainda em fase de desenvolvimento e podem ser uma alternativa, apesar de ainda não mostrarem resultados sólidos na regressão dos quelóides.

Uma vez bem desenvolvido, alto e largo, não há tratamento que faça o quelóide ter grande redução. A cirurgia passa a ser o melhor tratamento.

Na verdade, a cirurgia retira o problema e inicia nova cicatriz do zero. A vantagem dela é permitir uma tentativa de controle da nova ciacatriz. Se nada for feito o quelóide seguramente retornará. Logo, é necessário fazer algum tratamento depois da cirurgia.

A betaterapia é uma tipo de radioterapia para a pele. Ela reduz a atividade do fibroblasto, célula responsável pela produção do colágeno. Com isso, reduz a chance deste retornar. A injeção de corticóide na borda da ferida, depois da retirada do quelóide, também é uma boa alternativa a ser somada no tratamento.

A betaterapia deve ser iniciada no dia seguinte da cirurgia, sendo geralmente necessarias 10 sessões. O acompanhamento da cicatrização deve ser feito ao menos nos primeiros 4 meses, para na eventualidade de tendência do retorno do quelóide, novo injeção de corticóide seja feita.

Este é o tratamento para quelóide mais eficaz nos dias de hoje, mas não é garantia de sucesso. Mesmo assim, às vezes o quelóide retorna. Felizmente a maioria dos casos tem resultado satisfatório.

Outra questão a ser avaliada é se o quelóide pode ser retirado por completo. Devido à localização e tamanho, podem ser necessárias algumas cirurgias para minimizar o problema e nem sempre é possivel eliminá-lo.

Por Andre Colaneri no site http://www.dicasdemulher.com.br/ Cirurgião plástico, graduado em medicina pela UNICAMP. Membro da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica, reconhecido como um dos principais especialistas da área no Brasil. Site: http://www.cirurgiaestetica.com.br/
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domingo, 13 de março de 2011

CIRURGIA PLÁSTICA JUNTO COM CESÁREA? PODE?

Descubra se é possível associar a cesárea com a cirurgia plástica para ter o corpo de antes da gestação



“Dr. vou fazer uma cesárea e queria aproveitar para fazer uma plastica e já corrigir o abdômen!”

Esta é uma das dúvidas de quase todas as mulheres que vêem o seu corpo modificado depois de uma ou mais gravidez. A ansiedade e expectativa de ter o corpo de antes da gestação o mais cedo possível, juntamente com a comodidade de “aproveitar a mesma cirurgia” fazem desta pergunta uma questão quase lógica. Para respondê-la, precisamos analisar alguns fatos:

Primeiramente, o melhor a fazer durante uma gravidez é engordar o mínimo necessário. Na gravidez, a pele é esticada com uma velocidade muito alta. Em nove meses, ela sofre um estiramento que em toda a vida jamais sofreu. Isso leva a ruptura das fibras elásticas, o que resulta nas temidas estrias.

Logo, o melhor a fazer é minimizar ao máximo este estiramento, para que a pele sofra menos, seja menos lesada. Um peso saudável para a mãe e filho ganharem durante a gestação são 10 kg. Isso quer dizer, entre peso do filho, placenta, líquido amniótico, inchaço, são totalizados quase 8 kg, sobrando uns 2 de sobra de gordura.

Assim, depois do parto, fica fácil retornar ao peso anterior à gravidez, visto que na prática, a mãe engordou 2 kg apenas. Hidratar bem a pele do abdômen e das mamas torna a pele menos suscetível à ruptura das fibras elásticas, e, portanto, às estrias. Todo o ganho de peso além dos 8 kg (em uma gestação normal) é pura gordura, que nada ajuda no desenvolvimento do filho e apenas prejudica a mãe. Um grande sobrepeso, pode elevar a pressão sanguinea da mãe, aumentar a glicose do sangue e até levar à eclampsia, uma complicação gravíssima.

Infelizmente, são poucas as que têm a difícil determinação de controlar o peso e chegam ao final dos 9 meses com menos de 10 kg ganhos. A maioria chega com 15 kg, ou seja, 50% a mais do que precisaria. Para perder estes indesejáveis excedentes a luta é bem maior, ficando mais difícil a cada mês que passar. É como se o corpo acostumasse com a nova forma e tomasse o sobrepeso como o peso normal. Por isso é importante retornar ao peso pré-gestacional o mais rapidamente possível, sendo o ideal em até dois meses.

Sobre a associação de cirurgia plástica abdominal e ginecológica (nisso inclui-se a cesárea, a histerectomia, outras), precisamos ponderar alguns fatores. É sabido que o risco de trombose e infecção são maiores na associação destas cirurgias.

A trombose é a formação de um coágulo, geralmente nas veias das pernas, que se forma durante ou depois da cirurgia, por falta de circulação. Se este coágulo for parar no pulmão, passa a ser chamada embolia, uma complicação potencialmente fatal.

Outro fator importante é a recuperação de uma abdominoplastia requer cuidados, como não carregar peso, não fazer esforços, ficar levemente curvada, o que tornaria a amamentação bastante difícil e desconfortável. A musculatura do abdômen após o parto também se encontra fragilizada e mais flácida devido à distensão, dificultando a avaliação do grau da plicatura (“costura”) do músculo a ser realizada.

Como abdominoplastia é uma cirurgia para retirar a pele e flacidez do abdômen, tem melhores resultados em pacientes no peso ideal e sem excesso de gordura ou inchaço. Lembrando que a grande maioria das pacientes não chega ao parto com peso ideal, mas sim em excesso. Portanto, chega-se a conclusão que estas pacientes não teriam o melhor resultado possível, caso decidam fazer a cirurgia plástica na hora do parto.

Sendo assim, não vejo motivos plausíveis em associar a abdominoplastia e/ou lipoaspiração à cesárea, pois os riscos seriam maiores e o resultado pior do que se a plástica abdominal fosse realizada em tempos diferentes, com a paciente no peso ideal.

Creio ser mais sensato esperar retornar ao peso de antes da gravidez, recuperar do parto, parar a amamentação e assim operar com mais segurança, conforto e com o melhor resultado possível. Vale lembrar que o custo da cirurgia associada não seria muito diferente das cirurgias separadas, já que a plástica não tem cobertura pelo convênio, nem da parte hospitalar.

Por Andre Colaneri,
Cirurgião plástico, graduado em medicina pela UNICAMP. Membro da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica, reconhecido como um dos principais especialistas da área no Brasil.
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terça-feira, 18 de janeiro de 2011

QUAL É A MELHOR PRÓTESE DE MAMA?

Conheça os diversos tipos de próteses e descubra qual a melhor prótese de mama para você



A mamoplastia de aumento é hoje a cirurgia mais realizada entre os cirurgiões plásticos brasileiros. Em levantamento recente do Datafolha, ultrapassou a lipoasiração, que durante anos foi a preferida entre cirurgias plásticas. Mas afinal, dentre tantas opções, qual é a melhor prótese de mama?

Esta é uma pergunta sempre recorrente no nosso consultório. Aparentemente uma pergunta simples e direta, sua resposta é bem complexa. Vamos agora tentar ponderar vários fatores que influenciam na escolha da prótese de mama ideal.
A paciente

Todos sabemos que cada paciente tem um biótipo, peso, volume e forma da mama diferente da outra. Também a expectativa de tamanho da prótese varia muito. Isso nos leva a crer que uma prótese boa para uma paciente pode não ser a ideal para outra.

O tipo da prótese

A prótese pode variar em forma: redonda ou anatômica (“em gota”). Em projeção: perfil baixo, moderado, alto. Na superfície: lisa, texturizada ou poliuretano. No conteúdo: silicone gel ou salina (soro fisiológico).

O plano de colocação

A prótese pode ser colocada abaixo da glândula mamárea (subglandular), abaixo do músculo (submuscular) ou parte abaixo do músculo e parte abaixo da glândula (dual plane).

A incisão para colocação ou cicatriz
Tentando facilitar a compreensão, tentarei dar algumas diretrizes que se aplica na maioria dos casos. A prótese mais usada é a de silicone gel. O gel moderno é coeso e não esparrama se a prótese romper (coisa muito rara neste tipo de prótese). A resistência da prótese de silicone gel é muito maior do que a salina, que rompe e perde volume com maior facilidade, assim como pode apresentar barulho caso uma bolha de ar fique dentro dela.
A consistência à palpação também é mais natural. Por esta razão, quase não se usa prótese salina no Brasil. Nos EUA ainda usam porque o a prótese de silicone gel ficou proibida por um tempo (sem motivo) e agora que foram liberadas, os cirurgiões americanos não tem ainda familiaridade com o silicone. Por isso, a cicatriz umbilical não é comum no Brasil, pois para usá-la, a prótese deve ser salina, a qual é insuflada depois de colocada. Não faz sentido usar uma prótese pior somente para colocar pelo umbigo…

A prótese lisa apresenta maior grau de contratura capsular (vulgarmente conhecida pelos pacientes como “rejeição”). A texturizada e a poliuretano tem menor risco. Esta é a razão que a prótese lisa foi praticamente abandonada. A prótese de poliuretano é de difícil colocação, e por isso é colocada mais pela cicatriz submamárea, a qual apresenta melhor exposição e menor distancia até o local onde será inserida.

A prótese redonda projeta mais o colo que a anatômica. Isso por um lado deixa mais sexy, por outro lado marca mais a mama e pode deixar um aspecto artificial, muito arredondado. Isso é mais evidente principalmente em pacientes magras, onde a ausência de glândula deixa a prótese mais próxima da pele e mais evidente. Por esta razão é que em pacientes com mamas muito pequenas e que gostam do formato redondo, a escolha do plano geralmente é submuscular. O músculo nestes casos oculta em parte o rebordo da prótese, deixando a mama arredondada e sexy, mas sem marcar tanto e com isso mais natural.

A prótese anatômica, pode ser colocada abaixo da glândula nestes casos, pois o seu formato anatômico a mantém com aspecto mais natural. Pacientes com aréola pequenas não podem usar a via periareolar para colocar a prótese, pois não teria espaço para a introdução da mesma.

Afora estas “diretrizes” gerais, existe ainda uma infinidade de variações e combinações entre forma da mama, prótese, plano de colocação e local da cicatriz. Logo, para saber realmente qual seria a melhor prótese de mama para cada caso, é fundamental a consulta com um cirurgião Especialista pela Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica. Somente avaliando o biótipo e ponderando as preferências de cada pacientes é que a prótese ideal poderá ser escolhida com segurança.

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CIRURGIA PLÁSTICA APÓS A GRAVIDEZ

Tire suas dúvidas sobre cirurgia plástica pós-parto

A gravidez é sem dúvida um dos momentos mais marcantes da vida de uma mulher, mas também é um período em que ocorrem intensas mudanças emocionais e físicas. Os seios podem ficar caídos, o abdome, costas e quadris podem sofrer acúmulo de gordura, flacidez e ainda podem surgir as terríveis estrias.

Depois do nascimento do bebê, o processo de recuperação da silhueta ocorre em um período de 3 a 6 meses. No entanto, esse período pode ser um pouco mais longo para algumas mulheres e as modificações na forma física da nova mamãe permanecem bastante visíveis por mais tempo. Felizmente, a cirurgia plástica após a gravidez pode corrigir tudo isso e ainda ajudar a mulher na recuperação da auto-estima.

É comum que algumas mulheres queiram recorrer à plástica pouco tempo após o parto, mas o ideal é que só se realize uma cirurgia, no mínimo, entre 8 e 12 meses do nascimento do bebê. Isso porque depois do parto o corpo passa por importantes alterações hormonais e adaptações orgânicas, principalmente por conta da amamentação. Mesmo depois desse período, a mulher só deve se submeter a uma cirurgia plástica se estiver em boas condições físicas e com o peso próximo do ideal.

A lipoaspiração pode ser a melhor técnica para remodelar o corpo, e enxugar as gordurinhas localizadas no abdome, costas e coxas. Já nos casos de flacidez, o procedimento mais indicado é a abdominoplastia. A correção das mamas também está entre os procedimentos de cirurgia plástica pós-parto mais comuns. Além da finalidade de corrigir e levantar os seios, há mulheres que procuram os cirurgiões para fazer implantes de silicone.

Em todos os casos é essencial que o cirurgião plástico analise a condição da paciente para decidir o tipo de cirurgia mais adequado para que os resultados sejam satisfatórios.

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NINFOPLASTIA

Saiba tudo sobre a cirurgia que pode fazer toda a diferença na autoestima feminina

Pode até parecer frescura ou um detalhe sem importância, mas algumas mulheres sofrem muito com a hipertrofia dos pequenos lábios vaginais, ou seja, uma sobra de pele nos pequenos lábios da vagina. O problema envolve mais do que a questão estética, já que muitas delas sentem vergonha durante o ato sexual e ficam constrangidas diante do parceiro e até mesmo do espelho. Além disso, em casos mais graves os pequenos lábios com volume grande podem causar dores na região vaginal ao usar roupas justas, por exemplo.

A boa notícia é que já existe uma cirurgia plástica que resolve o problema. É a chamada ninfoplastia, um processo rápido e seguro que pode fazer toda a diferença na autoestima e deixar a mulher mais confiante.
Como é feita a ninfoplastia

Uma recomendação muito importante para quem deseja fazer a cirurgia íntima é procurar um médico de confiança e de preferência, um profissional que seja especialista na área. Faça todos os exames necessários para verificar se está tudo bem com a sua saúde e se certificar de que a operação não oferecerá nenhum risco. A cirurgia tem duração de aproximadamente quatro horas, com anestesia local e sedação leve. A paciente pode voltar para casa no mesmo dia. Nos dias seguintes à ninfoplastia, é necessário tomar antibióticos e analgésicos e aplicar pomada anestésica na região. As compressas geladas no local ajudam a diminuir o inchaço. Durante o pós-operatório, é indicado não fazer esforço físico por três semanas e evitar as relações sexuais por pelo menos um mês.
Vídeo Explicativo, Dr. André Colaneri
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quarta-feira, 1 de dezembro de 2010

TRANSTORNO DISMÓRFICO: DOENÇA MENTAL LEVA A ABUSO DE PLÁSTICA

A dismorfofobia tinge 14% das pessoas que já fizeram ou pensam em fazer alguma intervenção estética

Fazer uma plástica atrás da outra e nunca estar feliz com a aparência pode ser sinal de transtorno mental.

A dismorfofobia -chamada pelos especialistas de transtorno dismórfico corporal- atinge 14% das pessoas que já fizeram ou pensam em fazer alguma intervenção estética, segundo pesquisa feita na Universidade de São Paulo com 350 pessoas.

Quem tem dismorfofobia se percebe mais feio do que é. O problema também é conhecido como síndrome de Quasímodo (uma referência ao personagem de Victor Hugo). O caso mais popular é o do cantor americano Michael Jackson (1958-2009).

"Essas pessoas têm uma preocupação exagerada com algum defeito que elas pensam ter ou que é imperceptível", diz a autora da pesquisa, a dermatologista Luciana Conrado.

Todo mundo tem momentos de baixa autoestima. Mas, para a "feiúra imaginária" se tornar um transtorno, o incômodo tem de ir muito além de reclamações sobre o formato do nariz.

"A pessoa se vê deformada no espelho. Se na anorexia ela se vê gorda, no transtorno dismórfico ela enxerga uma imagem errada. Isso a incomoda muito", afirma a psiquiatra Ana Gabriela Hounie, membro da Associação Brasileira de Psiquiatria.

Há quem passe até oito horas se olhando no espelho ou faça tantas cirurgias que acaba deformado.

"Algumas pessoas tentam mudar sozinhas o formato de alguma parte do corpo e acabam se machucando", afirma Antonio Leandro Nascimento, psiquiatra da UFRJ (Universidade Federal do Rio de Janeiro).

Não há causas determinadas para o transtorno. O incômodo exagerado com a aparência pode acontecer aos poucos ou então de uma hora para a outra. O que se sabe é que muitas pessoas apresentam outros problemas psicológicos associados.

"Mais de 80% desses pacientes já tiveram casos de depressão", aponta Conrado. Há estudos que relacionam a incidência de dismorfofobia com anorexia ou então com TOC (transtorno obsessivo-compulsivo).


DESCONHECIDA

Apesar de descrita há pelo menos cem anos, a dismorfofobia é pouco conhecida entre dermatologistas e cirurgiões plásticos. E, normalmente, é nessas especialidades que pessoas com o transtorno vão parar.

"A maioria dessas pessoas não procura um psiquiatra, porque não sabe que tem a doença. Ela chega com uma série de queixas e nunca fica satisfeita com o resultado", afirma Conrado.

Muitas vezes, o transtorno é confundido com vaidade excessiva, timidez ou fobia social. "O grande problema é a dificuldade de diagnóstico. É muito difícil saber que a pessoa tem a doença sem conhecer todo o histórico", diz Nascimento.

Para Hounie, são os dermatologistas ou os cirurgiões que precisam colocar limite nos procedimentos e encaminhar o cliente-doente a um psiquiatra. "Mas, quando eles se negam a fazer um tratamento, o paciente procura outro, que acaba fazendo."

O desconhecimento é tanto que ainda há poucos grupos de apoio para pessoas com dismorfofobia. Na Universidade Federal de São Paulo há um núcleo de atendimento para homens com transtornos alimentares que também dá atendimento a pacientes com o transtorno da imagem corporal. Atualmente, o grupo tem apenas oito participantes.

Fonte: FOLHA
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segunda-feira, 29 de novembro de 2010

HIPERIDROSE: QUANDO O SUOR É UM ESTORVO

O verão está chegando! Para a maioria, isto é motivo de alegria. Férias, sol, esportes no final de tarde, happy hour com os amigos. Afinal, com o tempo quente, fica mais fácil aproveitar o dia. Porém, para parte das pessoas a chegada do calor é um motivo de tensão. Para quem tem hiperidrose, o verão pode ser constrangedor.

A hiperidrose é uma afecção caracterizada pelo suor excessivo, a ponto de causar desconforto ou limitação social. Há pessoas nas quais o suor impede de usar sandálias, por escorregar o pé, de pegar papel com as mãos, pois molha, ou não usam camisas de cor, devido ao suor das axilas. Ficam sempre com as mãos, pés ou axilas úmidas. Pode transformar ações cotidianas, como pegar um papel ou dar a mão, em situações absolutamente constrangedoras.

O tratamento pode ser feito por cirurgia toráxica, na qual se corta um nervo dentro do tórax, visando a redução do suor. Porém, há casos em que o suor passa a acometer outra região, depois da cirurgia.

Para aqueles que não pensam em cirurgia ou não têm tempo para isso antes do verão, há uma boa alternativa. O tratamento com a toxina botulínica, conhecida como Botox®, pode aliviar em muito este sofrimento.

A toxina botulínica, aplicada por injeção na região onde o suor é excessivo, produz grande redução da produção do suor em poucos dias. A duração do efeito é variável e dura em média em torno de 6 meses. Os resultados costumam ser compensadores, pois quase a totalidade de quem faz o tratamento retorna para reaplicar.


Por Andre Colaneri


Cirurgião plástico, graduado em medicina pela UNICAMP. Membro da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica, reconhecido como um dos principais especialistas da área no Brasil. 
Site: http://www.cirurgiaestetica.com.br
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sexta-feira, 17 de setembro de 2010

PRÉ E PÓS OPERATÓRIO DE LIPOASPIRAÇÃO

A ação conjunta entre cirurgião plástico e esteticista é fundamental para um resultado positivo do pós-operatório, possibilitando um processo de recuperação tranquilo e seguro para o paciente (cliente).


PRÉ-LIPOASPIRAÇÃO

   No período pré-ooperatório de lipoaspiração, o tratamento estético procura diminuir a espessura do tecido, estimular a microcirculação e favorecer as trocas metabólicas. Para alcançar esses objetivos, a DLM ( drenagem linfática manual) continua sendo a técnica mais indicada. Suas manobras devem ser suaves e rítmicas.
  A aplicação de aparelhos como pressoterapia, pode ser utilizada para auxiliar o retorno venoso, promovendo a drenagem dos líquidos. Tal procedimento tem a vantagem de manter isento de exposição a correntes elétricas, as quais poderiam causar uma microesfoliação ou lesão de linfáticos superficiais.
   No tratamento estético pré-operatório, utiliza-se também a hidratação corporal, por meio de assagens com princípios  ativos que propocione hidratação e emoliência do tecido, como uréia, óleo de semente de uva, Ginkgo biloba e hera, entre outros. A técnica de hidratação deve ser incluída e concluída de sete a dez dias antes da cirurgia, para não causar edema na região operada.
   É frequente o paciente procurar o esteticista para tratamento de hidrolipodistrofia ginóide (celulite) e, nessa fase, submeter-se a uma lipoaspiração. O tratamento estético na celulite, prepara o tecido para realização da cirurgia. A sequência destinada ao tratamento de celulite deve ser interrompida  de quinze a vinte dias antes do ato cirúrgico.
   Devem-se tomar alguns cuidados com o uso de pellings químicos, evitando a formação de microlesões na pele, e com técnicas de massagem que levem à formação de edema na região a ser operada,  as quais aumentam o inchaço no pós-operatório. A DLM é aplicada até o dia que antecede o ato cirúrgico; a pressoterapia convém parar de\ dias antes.

 Apresentamos a seguir sugestão de protocolo para pré-lipoaspiração:
-   15 dias antes: hidratação associada a DLM ou pressoterapia;

-   10 dias antes: DLM ou pressoterapia;

-   5 dias antes: DLM

PÓS-LIPOASPIRAÇÃO

   A DLM continua sendo a técnica mais indicada para o pós-cirúrgico, auxiliando na diminuição do edema, do hematoma e na desintoxicação do tecido. Os movimentos devem ser lentos, delicados e rítmicos, reproduzindo bombeamento fisiológico, evitando assim, o rompimento dos vasos.
   Para iniciar a DLM de coxas, pernas e nádegas, deve-se acomodar o paciente (cliente) em decúbito dorsal e elevar as pernas em aproximadamente  30 graus, para que a ação da gravidade auxilie o retorno venoso, nunca esquecendo dos movimentos de liberação dos gânglios linfáticos das regiões a serem trabalhadas, antes de iniciar as manobras de DLM.
   Normalmente é recomendado o uso tópico do ácido mucopolissacarído polissulfúrico ou arnica, que auxilia na diminuição dos hematomas  e deverá ser aplicado em toda região; somente após  a secagem iniciar a DLM. Até a retirada completa dos pontos devem-se evitar ma nobras deslizantes sobre as incisões.
   A partir do décimo quinto dia pós-cirúrgico, quando a cicatrização ocorreu de maneira satisfatória, introduzir ao tratamento o ultra-som de 3 MHz, com poder de penetração de 4 a 5 cm , que produz efeito térmico, analgésico, antiinflamatório, antiedematoso, contribuindo da prevençao de aderências e fibroses, e melhorando assim, o metabolismo.
   É recomendado também aos pacientes (clientes) a utilização de cinta compressiva durante 30 a 40 dias para manter a postura ereta e evitar dobras na barriga. Após 2 a  3 semanas dependendo da recuperação do mesmo, o médico pode liberar para execícios sem impacto e peso como caminhada.

 Apresentamos a seguir sugestçao de protocolo para pós-lipoaspiração:
-   do  7°  ao 15° após: aplica ácido mucopolissacárido polissulfúrico ou arnica em toda região lipoaspirada,  deixar secar e  iniciar manobras de DLM;

-   15° após:  introduzir  ultra-som, seguido de DLM;

-   20° após: esfoliação corporal, seguida de movimentos suaves com creme hidratante, finalizando com máscara oclusiva ou manta térmica;

-   21° em diante : empregar ultra-som seguido de DLM.





Referência: Mauad, raul. ESTÉTICA E CIRURGIA PLÁSTICA, Tratamento no pré e pós-operatório. Ed Senac, SP.
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quarta-feira, 15 de setembro de 2010

É PRECISO TER CUIDADO COM EXCESSO DE VAIDADE E PLÁSTICAS

O número de cirurgias estéticas no Brasil aumenta a cada ano e só perde para os Estados Unidos e a China. Até os cirurgiões alertam para o exagero nas plásticas. 


Veja reportagem completa exibida dia 06/09/2010

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sábado, 17 de julho de 2010

RINOPLASTIA

Rinoplastia é o nome da cirurgia plástica do nariz. É feita por meio de incisões internas inaparentes e, em alguns casos, associadas a uma pequena incisão na região chamada de columela, que corresponde à porção central, entre as narinas. Permite a correção de deformidades ou desporporções do dorso, da ponta e desvios, inclusive de septo, que podem ser reparados no mesmo tempo cirúrgico. Nos casos de narinas muito abertas, pode-se ainda incluir uma ressecção das asas nasais, deixando uma pequena e praticamente imperceptível cicatriz nas bordas laterais. As anestesias usadas são a geral ou local com sedação.

No pós-operatório, geralmente a paciente fica com tampões dentro do nariz por um período de 24 a 72hs ou mais, em determinados casos. Um gesso ou similar também  é posicionado externamente e permanece por 7 a 10 dias.

No ínicio, haverá edema e equimose, podendo até, o que é comum, acometer as pálpebras. A recuperação é gradual, persistindo o edema nasal residual por um período de meses. O inchaço também ocorre internamente, fato responsável pela obstrução nasal (nariz  entupido) nas primeiras semanas.

STEINER, Denise. Beleza levada a sério. São Paulo: Rideel, 2010.

Assista na integra o vídeo completo da cirurgia :

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sexta-feira, 16 de julho de 2010

CIRURGIA PLÁSTICA DA FACE E PESCOÇO (RITIDOPLASTIA)

As rugas e flacidez da face e pescoço são tratadas pela cirurgia de ritidoplastia ou ¨lifting¨ facial. Nesse procedimento, grande parte da pele é solta cirurgicamente e tracionada para permitir a ressecção de seu excesso. As cicatrizes são posicionadas no couro cabeludo das regiões temporais, passam pela frente das orelhas, contornando-as e indo posteriormente a elas, terminando novamente entre os  cabelos. A anestesia comumente usada é a geral ou local com sedação.

Atualmente existe uma grande preocupação entre a maioria dos cirurgiões em não deixar a pele esticada, como acontecia antigamente e dava aquele aspecto artificial.

A paciente recém operada não terá muitas restrições a não ser pelo inchaço inicial em áreas roxas, o que limitarão a exposição social  por alguns dias. Evitar o sol também é recomendado nos primeiros meses, como na maior parte das cirurgias estéticas.

STEINER, Denise. Beleza levada a sério. São Paulo: Rideel, 2010.

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quinta-feira, 15 de julho de 2010

CIRURGIA PLÁSTICA DAS MAMAS

A cirurgia das mamas é objeto de grande procura pelas mulheres. Há basicamente cirurgias para diminuição, aumento e para levantamento das mamas. Cada caso tem sua indicação precisa e diversas são as técnicas disponíveis.

A redução das mamas (mamoplastia redutora) inclui a ressecção de parte da glândula mamária, além do excesso de pele. A maioria das operações executadas para esse fim tem, como resultante, uma cicatriz ao redor da aréola, mais uma vertical e outra horizontal, de modo a formar um ¨T¨ invertindo ou uma âncora. O tamanho das cicatrizes do ¨T¨ será maior quanto maior for a mama a ser reduzida e maior a quantidade  de pele a ser retirada.


Em algumas pacientes é possível minimizar o tamanho das cicatrizes, mas são excessões que exigem poquíssima ressecção de pele.

Mulheres que tenham mamas assimétricas podem se beneficiar da mamoplastia redutora. Não esquecendo que a completa simetria é muito difícil de ser conseguida, principalmente se as mamas já estiverem diferentes. O que são atingidos são aspectos bem semelhantes com, talvez, mínimas assimetrias imperceptíveis aos olhos dos outros.

A cirurgia para levantamento de mamas (mastopexia) difere da mamoplastia redutora, pois não a diminuição da glândula mamária. O cirurgião pode até se valer da ressecção de segmentos da mama não para reduzi-la, mas para facilitar sua modelagem e corrigir algumas imperfeições.


A mamoplastia de aumento é realizada pela inclusão de implante mamário de silicone, que pode ser colocado sob a glândula ou sob músculo peitoral. As cicatrizes possuem por volta de 4cm e são posicionadas no sulco inframamário (aquela dobrinha abaixo da mama), ao redor da metade inferior da aréola ou axila.


A maioria dos cirurgiões utiliza a via inframamária, que tem como vantagens a facilidade técnica, permitindo uma ampla exposição do local do implante e a dissimulação da cicatriz na dobra natural da mama. As outras vias de acesso também têm seus seguidores, cujos argumentos a favor seriam o posicionamento da cicatriz na região de transição de duas colorações disfarçando-a, no caso periareolar, e a camuflagem da cicatriz fora da mama, no caso da via axilar. Cada profissional tem sua preferência e cada caso é analisado individualmente.

Cabe lembrar que a inclusão de implante não resolve o problema de flacidez e sobra de pele, a não ser que seja mínima monta. Caso contrário, a simples colocação da prótese levará a uma mama grande, mais caída. Para tais casos, pode-se proporcionar o implante e ressecar o excesso de pele, dando noca modelagem ao órgão, com  resultados bastante satisfatórios.

Os tipos de anestesia podem ser geral, peridural ou local com sedação.


STEINER, Denise. Beleza levada a sério. São Paulo: Rideel, 2010.

Entrevista sobre Cirurgia de Mamas, no programa Tarde Livre com Dr.Edilson Pinheiro:

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sexta-feira, 29 de janeiro de 2010

MÉDICO É INDICIADO PELA MORTE DE JORNALISTA EM LIPOASPIRAÇÃO

COMO ACONTECEU O ERRO MÉDICO NA LIPOASPIRAÇÃO QUE CAUSOU A MORTE DA JORNALISTA LANUSSE MARTINS ?






O médico Réquel Cabral vai responder por homicídio doloso. Segundo a policia, o cirurgião Requel Cabral assumiu o risco de matar a paciente. Ele teria cometido dois erros: não percebeu a perfuração da veia do rim e alertado pelo anestesista das perdas dos sinais vitais da paciente não parou a cirurgia.

Lanusse Martins perdeu pelo menos um litro e meio de sangue. De acordo com o laudo foram feitas 15 incisões no corpo da jornalista. Dois cortes acabaram provocando a hemorragia: um na região acima do quadril direito e outro abaixo do umbigo.

De acordo com a perícia médica, a cânula ultrapassou a parede abdominal e perfurou a veia do rim direito. A hemorragia provocou a queda gradual da pressão, da frequencia cardíaca e a parada do coração.

Segundo a delegada que conduz as investigações, se for condenado o médico pode pegar de seis a 20 anos de prisão.

“Houve erro médico. O primeiro foi a cânula ultrapassar a parede abdominal, como explicaram os médicos, e atingir uma veia renal. O segundo foi não ter aberto a vítima para que fosse localizado este problema, ter sido amarrado o ponto e assim ter salvado a vida da mesma”, diz Martha Vargas, delegada.

Saiba os detalhes do que aconteceu durante a Lipoaspiração da jornalista Lanusse Martins, com animação em 3D, na reportagem exibida dia 29/01/10 no programa JORNAL HOJE (Rede Globo):



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quarta-feira, 27 de janeiro de 2010

REFERÊNCIAS DE CIRURGIA PLÁSTICA EM MANAUS

Mediante as solicitações via e-mail de referências médicas especializadas em cirurgia plástica na cidade de Manaus AM, segue abaixo algumas sugestões:



1. Clínica André Luiz - Tel: (92) 8125-4546Rua Rio Içá, 21 Cj Vieiralves
Nossa Senhora das Graças - Manaus - AM - CEP: 69053-100

2. Dr: Fabian Sevilla Callejas - Tel: (92) 3236-3698 \ 3233-0096
Rua Fortaleza, 203
Adrianópolis - Manaus - AM - CEP: 69057-080

3. Dr. Charlesleston atala - Tel: (92) 3632-1816 e (92) 9911-3178
Rua A, Número 12 - Conjunto Jardim Yolanda - Parque 10
E-mail: clinicaatala@gmail.com

4. Drª Gloria Buitrago - Tel: (92) 3234-2968
Rua Rio Purus, 520 Cj vieiralves
Nossa Senhora das Graças - Manaus - AM - CEP: 69053-050

5. Dr. Cláudio Roberto de Oliveira Vieira - Tel: (92) 3232-4431
Av Eduardo Ribeiro, 520 an 18 sl 1807
Centro - Manaus - AM - CEP: 69010-000

6. Cliniplast Centro Integrado Cirurgia Plástica Amazonas - Tel: (92) 3234-3889
Av Sen Álvaro Maia, 537 sl 15
PRAÇA 14 DE JANEIRO - Manaus - AM - CEP: 69025-070

Fonte Médicos: Telelistas.net

OBS: SE VOCÊ DESEJA ADICIONAR MAIS ALGUMA REFERÊNCIA MÉDICA EM CIRURGIA PLÁSTICA A NOSSA LISTA, ENVIE SUA SUGESTÃO POR AQUI OU MANDE UM EMAIL PARA leonardopaivacagin@hotmail.com

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domingo, 13 de dezembro de 2009

LIPOASPIRAÇÃO

    A lipoaspiração visa remover os depósitos de gordura que habitualmente localizam-se nos quadris, coxas, abdome, joelhos e no pescoço. Muitos se perguntam porque a gordura tende a acumular-se especificamente nestas regiões. Nas mulheres, o estrógeno contribui para a formação de depósitos principalmente nos glúteos e culotes, visando oferecer energia extra durante a gravidez e o aleitamento. Nos homens, as influências hormonais levam à deposição de gordura principalmente na região abdominal e na cintura. Portanto, pacientes com gordura localizada e que não respondem a programas de dieta e exercícios são candidatos ideais para esta cirurgia. Vale lembrar que o procedimento não substitui os bons hábitos de alimentação, exercícios e não deve ser indicado em pacientes obesos que consideram-no a “salvação” em termos de perda de peso. Ou seja, a lipoaspiração não deve ser realizada para emagrecer. O ideal é realizar a lipoaspiração em pacientes que estão muito próximos do peso ideal e que possuem pequenos excessos de gordura localizada.

  
   Apesar de sua popularidade, a lipoaspiração deve ser cuidadosamente indicada, pois os resultados dependem principalmente da capacidade de retração da pele no local tratado após a remoção da gordura. Esta retração costuma ser mais intensa em pacientes jovens com pele espessa e sem flacidez. Nos casos onde há flacidez de pele além dos depósitos de gordura, procedimentos envolvendo a retirada desta pele (além da gordura) são necessários. Nestes pacientes, a simples remoção da gordura utilizando a lipoaspiração tenderá a acentuar as rugas e dobras decorrentes da flacidez da pele, gerando resultados insatisfatórios. Infelizmente, as irregularidades e depressões causadas pela “celulite” podem não ser eliminadas pela lipoaspiração, embora possa haver algum grau de melhora na aparência estética da região tratada devido à quebra das traves de fibrose que causam as depressões características.

CIRURGIA DE LIPOASPIRAÇÃO

   A lipoaspiração é realizada através de incisões localizadas nas dobras de pele ou em locais onde as cicatrizes resultantes ficarão praticamente imperceptíveis. A lipoaspiração começa com a injeção de uma solução chamada “tumescente” na gordura abaixo da pele. Esta solução, que contém soro fisiológico, adrenalina e um anestésico local, minimiza a perda de sangue, o inchaço e as dores durante o pós-operatório. Além disso, o tecido gorduroso fica mais frouxo, facilitando o processo de lipoaspiração. O resultado final é o aumento da segurança e eficácia da lipoaspiração, permitindo a retirada de volumes de gordura progressivamente maiores com maior conforto ao paciente. A recuperação após a cirurgia também é mais tranquila.
    A segunda fase da lipoaspiração consiste da aspiração de gordura utilizando cânulas ôcas de diferentes tamanhos para modelar as regiões tratadas. Em geral, a cirurgia começa com cânulas de maior diâmetro e as cânulas mais finas são utilizadas posteriormente na moldagem final da região. Através da criação de túneis e de movimentos de vai-e-vem, a cânula deve aspirar os depósitos de gordura profunda localizados abaixo da pele de forma uniforme, evitando assim o aparecimento de irregularidades no contorno corporal. A lipoaspiração superficial deve ser evitada, pois pode causar ondulações e depressões que podem ser impossíveis de corrigir. Em casos onde a correção é possível, enxertos de gordura são realizados para tentar nivelar as regiões afetadas



Segue abaixo algumas referências de médicos especializados em cirurgia plástica na cidade de Manaus AM:

    1.   Clínica André Luiz  - Tel: (92) 8125-4546
Rua Rio Içá, 21 Cj Vieiralves
Nossa Senhora das Graças - Manaus - AM - CEP: 69053-100

    2.  Dr: Fabian Sevilla Callejas - Tel: (92) 3236-3698 \ 3233-0096
Rua Fortaleza, 203
Adrianópolis - Manaus - AM - CEP: 69057-080

   3.  Dr. Charlesleston atala - Tel: (92) 3632-1816 e (92) 9911-3178
Rua A, Número 12 - Conjunto Jardim Yolanda - Parque 10
E-mail: clinicaatala@gmail.com

   4.  Drª Gloria Buitrago - Tel: (92) 3234-2968
Rua Rio Purus, 520 Cj vieiralves
Nossa Senhora das Graças - Manaus - AM - CEP: 69053-050

   5.  Dr. Cláudio Roberto de Oliveira Vieira - Tel: (92) 3232-4431
Av Eduardo Ribeiro, 520 an 18 sl 1807
Centro - Manaus - AM - CEP: 69010-000

   6.  Cliniplast Centro Integrado Cirurgia Plástica Amazonas - Tel: (92) 3234-3889
Av Sen Álvaro Maia, 537 sl 15
PRAÇA 14 DE JANEIRO - Manaus - AM - CEP: 69025-070


Fonte Médicos: Telelistas.net

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sexta-feira, 11 de dezembro de 2009

ABDOMINOPLASTIA

A abdominoplastia é geralmente indicada para mulheres que ainda não engravidaram ou tiveram apenas uma gestação e cuja idade estaja entre 30 a 45 anos. Hã pouca flacidez de pele, lipodistrofia de pequena a moderada, e musculatura normal. Nos dias  de hoje, tornou-se comum a associação da lipospiração com a abdominoplastia, o que proporciona uma melhor definição da cintura pela lipospiração dos flancos.



CONSIDERAÇÕES TÉCNICAS

Com o paciente em pé ou deitado, o cirurgião plástico faz a marcação do excesso de pele que pretende retirar. Se a lipospiração estiver dentro do planejamento cirúrgico, as áreas envolvidas  serão marcadas também com o paciente nessas posições.
A cirurgia consiste na retirada do excesso de pele e tecido gorduroso suprapúbico. A cicatriz resultante assemelha-se à  de uma cesariana e geralmente mede de 5 a 8 cm, dependendo da flacidez da pele,e é importante que se possa ser encoberta por um biquini, normalmente não é necessário o uso de drenos e aspirativos.


COMPLICAÇÕES DA ABDOMINOPLASTIA

As abdominoplastias apresentam uma série de complicações, cada uma delas com  diferentes causas. Assim, hematomas, seromas (coleção ou acúmulo de líquidos abaixo da pele), infecções, deiscências e necroses são alguns exemplos. Cabe ao cirurgião plástico solucionar tais problemas, valendo-se de um cuidadoso acompanhamento pós-operatório.

SITUAÇÕES EM QUE O ESTETICISTA PODE ATUAR

Dentro da idéia de participação no pós-operatório,  o esteticista poderá contribuir, com algumas dessas situações descritas a seguir.

Linfedema de Retalho
É o inchaço pronlongado da região operada. Isso ocorre devido a grande incisão cirúrgica, com consequente secção  de vasos, mais o extenso descolamento de pele e tecido gorduroso. Durante esse período, o tecido da região operada fica inchado.  Os linfedemas são mais acentuados e geralmente mais prolongados quando ocorrem complicações como seromas ou infecções

Irregularidades  da superfície abdominal
São áreas de depressão do abdome operado decorrente de lipoaspiração e\ou lipectomia  (retirada de gordura por bisturi ou tesoura) exagerada.  Nos casos de pequenas irregularidades associadas a inchaço prolongado, o esteticista pode contribuir para a regularização de tais áreas. Já  nos casos de irregularidades mais acentuadas, torna-se necessária uma nova intervenção cirúrgica.

Areas anestésicas
Ocorrem em praticamente todos os pacientes submetidos à abdominoplastia, quando ocorre uma diminuição da sensibilidade local.  Normalmente diminuem a partir do terceiro mês.

Segue abaixo algumas referências de médicos especializados em cirurgia plástica na cidade de Manaus AM:


1. Clínica André Luiz - Tel: (92) 8125-4546
Rua Rio Içá, 21 Cj Vieiralves
Nossa Senhora das Graças - Manaus - AM - CEP: 69053-100

2. Dr: Fabian Sevilla Callejas - Tel: (92) 3236-3698 \ 3233-0096
Rua Fortaleza, 203
Adrianópolis - Manaus - AM - CEP: 69057-080

3. Dr. Charlesleston atala - Tel: (92) 3632-1816 e (92) 9911-3178
Rua A, Número 12 - Conjunto Jardim Yolanda - Parque 10
E-mail: clinicaatala@gmail.com

4. Drª Gloria Buitrago - Tel: (92) 3234-2968
Rua Rio Purus, 520 Cj vieiralves
Nossa Senhora das Graças - Manaus - AM - CEP: 69053-050

5. Dr. Cláudio Roberto de Oliveira Vieira - Tel: (92) 3232-4431
Av Eduardo Ribeiro, 520 an 18 sl 1807
Centro - Manaus - AM - CEP: 69010-000

6. Cliniplast Centro Integrado Cirurgia Plástica Amazonas - Tel: (92) 3234-3889
Av Sen Álvaro Maia, 537 sl 15
PRAÇA 14 DE JANEIRO - Manaus - AM - CEP: 69025-070

Referência: Mauad, raul. ESTÉTICA E CIRURGIA PLÁSTICA, Tratamento no pré e pós-operatório. Ed Senac, SP.
Fonte Médicos: Telelistas.net

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