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quinta-feira, 28 de abril de 2011

OS BENEFÍCIOS EM PARAR DE FUMAR?

O cigarro é composto por cerca de quatro mil substâncias nocivas. Uma delas, por exemplo, é o alcatrão, que é responsável directo pelo aparecimento dos cancros de pulmão. O outro é o monóxido de carbono, por sua vez relacionado com as doenças cardiovasculares. Fumar faz mal à saúde, não há dúvidas, e hoje sabe-se também que o cigarro tem um impacto ainda maior nas mulheres – estas têm mais cancro de pulmão do que eles e também morrem mais de enfarte do miocárdio. Saiba o que ganha em deixar este vício, a curto, médio e longo prazo.
1. Poucas horas depois de ter deixado de consumir tabaco, há uma clara diminuição do cansaço com esforços. Outro dos benefícios imediatos é a redução da pressão arterial. De acordo com o médico Pais Duarte, Especialista Graduado de Medicina Interna do Hospital de S. José, “esta desce para valores anteriores aos do último cigarro”. Oito horas depois de se ter fumado o último cigarro, dá-se “uma redução rápida da taxa de monóxido de carbono no sangue para valores normais”.

2. Outra das vantagens tem a ver com a “diminuição da mortalidade e da morbilidade – incapacidade – com a duração da abstinência, embora mantendo-se superior aos não-fumadores”.

3. Nas doenças cardiovasculares: segundo o especialista, “apesar do ateroma – placa de aterosclerose – propriamente dito poder regredir lentamente, os fenómenos de trombose, espasmo coronário, arritmia e anomalias do transporte de oxigénio revertem precocemente, explicando a rapidez dos benefícios”. A possibilidade de “enfarte do miocárdio desce 24 horas depois” e, num período de cinco a 20 anos após a suspensão dos hábitos tabágicos, o risco é idêntico ao do não-fumador. Após um ano, o risco de doença coronária é metade da de um fumador”.

4. O fumo do cigarro é um factor de peso da asma, doença inflamatória crónica das vias aéreas. E também o principal agente de risco da Doença Pulmonar Crónica Obstrutiva (PDCO), uma combinação de bronquite crónica e de efisema (patologia em que os alvéolos pulmonares se encontram afectados, na qual persiste dificuldade na circulação de ar para dentro ou para fora dos pulmões). Cerca de 85 por cento dos casos de PDCO fica a dever-se ao tabaco.

O risco destas doenças diminuiu ao fim de 10 anos de se ter deixado de fumar. À semelhança do que acontece com as doenças cardíacas, é preciso esperar alguns anos para recuperar, o que só vem reforçar a ideia de que quanto mais cedo se deixar de fumar melhor.

5. Deixar de fumar também “diminui muito a incidência de doenças directas do tabaco”, nomeadamente uma pouco conhecida, “a artrite dos membros inferiores, uma obstrução causada por má irrigação”. A evolução desta patologia pode tornar-se bastante séria, obrigando a uma intervenção cirúrgica vascular.

6. Recupera-se o sabor e o cheiro quase de imediato, o que leva muitas pessoas a mudarem os seus hábitos alimentares. “O risco de problemas periodontais (que afectam o ligamento periodontal e o osso alveolar, estrutura que suporta os dentes na cavidade oral) e de coloração dos dentes também vai diminuindo ao longo do tempo.”

7. A pele, o maior órgão do nosso corpo, reage de uma forma extraordinária à cessação tabágica. Desbloqueado o circuito do oxigénio, a cútis torna-se mais limpa e luminosa, rejuvenescendo visivelmente. Estes resultados vêem-se logo ao fim de uma semana.

8. A disfunção eréctil, um problema não confessado que afecta os fumadores, “regride em algumas semanas”, e a fertilidade feminina e masculina, que é outra dificuldade intrínseca ao cigarro, é igualmente recuperada. Por último, “o abandono do tabaco antes da gravidez e nos três ou quatro primeiros meses reduz o risco” do bebé nascer com “baixo peso”.

9. Ao deixar de fumar, as mulheres estão a diminuir o risco de climatério antes dos 45 anos de idade. E, neste sentido, estão a baixar o risco de osteoporose e de doenças cardíacas. É que os estrogénios, cuja produção diminui com a menopausa, protegem o coração, as artérias e os ossos.

10. O cancro oral, o do esófago e o do pulmão são as três doenças cancerígenas associadas ao consumo do tabaco. Quando deixa este vício está a combater o problema também nestas três frentes. Documentação científica demonstra que após cinco anos sem consumir tabaco, o risco de cancro do esófago é reduzido para metade. O mesmo acontece com o cancro do pulmão ao fim de 10 anos.

PARAR É POSSÍVEL!


· Há quem consiga deixar de fumar sozinho, com uma enorme força de vontade. E há quem precise de uma ajuda especializada


· Estes últimos poderão contar com consultas específicas para o efeito: as Consultas de Cessação Tabágica estão disponíveis em cada vez maior número de clínicas privadas e Hospitais Públicos


De qualquer forma, saiba se este serviço está disponível no Centro de Saúde da sua área de residênciaO cigarro é composto por cerca de quatro mil substâncias nocivas. Uma delas, por exemplo, é o alcatrão, que é responsável directo pelo aparecimento dos cancros de pulmão. O outro é o monóxido de carbono, por sua vez relacionado com as doenças cardiovasculares. Fumar faz mal à saúde, não há dúvidas, e hoje sabe-se também que o cigarro tem um impacto ainda maior nas mulheres – estas têm mais cancro de pulmão do que eles e também morrem mais de enfarte do miocárdio. Saiba o que ganha em deixar este vício, a curto, médio e longo prazo.

O QUE DIZEM AS ESTATÍSTICAS?

O mais recente trabalho, realizado através da análise do Eurobarómetro 2010 sobre o consumo de tabaco na Europa, a Linha SOS Deixar de Fumar (808 208 888) conclui que mais de um milhão de portugueses deixou de fumar

· Os dados dizem ainda que 80 mil pessoas deixaram de fumar ao longo de tês anos

· Apesar de se assinalar uma evolução positiva, Portugal ainda está longe de alcançar os números dos países do Norte da Europa, onde a percentagem de população com mais de 15 anos que deixou de fumar é bastante significativa – Portugal regista 13%, a Suécia e a Dinamarca 31% e os Países Baixos 33%

· A Organização Mundial de Saúde (OMS) está preocupada com o crescimento do número de mulheres fumadoras, que equivale a 20 por cento dos mais de mil milhões de consumidores mundiais.

Fonte: Máxima novidades em Saúde
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segunda-feira, 17 de janeiro de 2011

CAMINHADA REDUZ RISCO DE CÂNCER DE MAMA

Estudo comprovou que mulheres que caminham correm menos chances de ter a doença


A prática de exercícios sempre esteve associada a redução do câncer de mama. Porém um estudo da Universidade de Regensburg, na Alemanha, constatou que dentre as várias mulheres pesquisadas ao longo de 20 anos, as que praticavam caminhada eram as que corriam menos risco de contrair a doenças. A caminhada se mostrou mais eficiente do que a natação e a corrida.

Fazer exercícios se tornou mais eficiente do que fazer restrições alimentícias e de álcool na prevenção do câncer de mama. O estudo chegou a essa conclusão depois de estudar nesses 20 anos 95.396 mil mulheres. Os cientistas acreditam que como andar é uma atividade livre, que não requer uma academia para se exercitar, dependendo da intensidade que a mulher se locomova, esse tempo pode exercer influência na descoberta.

A pratica da atividade física e principalmente da caminhada, reduz o estrógeno no sangue e isso diminui o risco de câncer. Ainda segundo o estudo, o exercício também exerce um efeito benéfico sobre a inflamação crônica.

Fonte: Bem estar, Por Carolina Abranches
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quarta-feira, 22 de setembro de 2010

LIMÃO PREVINE CÂNCER

Graças a pesquisas em várias partes do mundo, a fruta azedinha se revela cheia de qualidades que vão muito além da conhecida vitamina C. Estudos recentes feitos por cientistas da Universidade de São Paulo comprovam que o geraniol, um de seus componentes, inibe a reprodução de células cancerosas. O limão contém ainda antioxidantes poderosos e sua ação contra os radicais livres ajuda a afastar males degenerativos, como o Alzheimer e aterosclerose.

Dica de consumo

Nem pense em desperdiçar a casca do limão, pois é nela que se concentra o limoneno, um dos muitos anticancerígenos da fruta. Se for preparar um chá — o calor da infusão ajuda na expectoração em casos de gripe — , o melhor jeito de não perder os nutrientes é adicionar uma rodela de limão à água somente depois de fervida, e não durante o cozimento.

Atenção

Quem sofre de gastrite ou úlcera não deve consumir a fruta de estômago vazio.

Fonte: Guia completo de nutrição – Saúde! é vital – Ed. Abril
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sexta-feira, 13 de agosto de 2010

BACTÉRIA PERIGOSA PODE AJUDAR NO COMBATE AO CÂNCER




Cientistas descobriram que ao injetar a salmonela, a bactéria que provoca intoxicação alimentar, em um tumor, o sistema imunológico reagiu matando células canceríginas.






Veja reportagem completa exibida dia 12.08.10 no Jornal Hoje (Rede Globo)


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sexta-feira, 23 de julho de 2010

CIGARRO TAMBÉM FAZ MAL DEPOIS DE APAGADO

Cigarro também faz mal depois de apagado. O ato de inalar toxinas depois que a fumaça foi extinta é conhecido como fumo da terceira mão.


Ficar simplesmente longe de um fumante não é suficiente para proteger sua saúde. Mesmo onde não se vê fumaça, o contato com fumantes pode ser prejudicial ao organismo. Estudos recentes comprovam que o cheiro do cigarro, já apagado, é tóxico. Um significativo nível de toxinas permanece nas superfícies, na poeira ou mesmo no ar, após a fumaça ser extinta.

A fumaça do cigarro trás presente cerca de 250 gases tóxicos, entre eles: hidrogênio cianide (usado em armas químicas), monóxido de carbono (também no escapamento do carro), butano (fluido para isqueiro), amônia (também usado em produtos de limpeza), tolueno (também no thinner), arsênico (também nos pesticidas), chumbo (também nas tintas de parede), cromo (usado na fabricação do aço), cádmio (também nas baterias e carro), polônio-210 (radioativo). Onze destes 250 gases tóxicos são classificados como compostos carcinogênicos do grupo 1, ou seja, os mais carcinogênicos.

Uma pesquisa revelada pelo jornal americano Pediatrics chegou a conclusão que o perigo em relação ao ‘fumo de terceira mão’ é pouco conhecido pela população. Nesse caso as crianças são as mais suscetíveis, já que ficam mais tempo em casa, mexem e colocam mais a boca nas superfícies. Já foi demonstrado também que a inalação de poeira por crianças é duas vezes maior que no adulto.
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terça-feira, 15 de junho de 2010

CÂNCER DE PELE, PROTEJA-SE!

Os cânceres da pele são causados na maior parte pela sobre-exposição ao sol. O melanoma resulta em aproximadamente 700 mortes cada ano e aproximadamente 125.000 australianos têm o câncer da pele neste momento, mas não sabem que o têm.

A maioria dos casos de câncer da pele pode ser impedido protegendo a pele do sol. Quase todos os cânceres da pele podem ser curados se detectado e tratado cedo. Alguns destes cânceres da pele podem espalhar às áreas distantes que terminam na morte.

Em 1993 houve 225.000 cânceres da pele excisados por especialistas, havendo uma proporção grande na cabeça e pescoço.

1- A INCIDÊNCIA DO CANCER DA PELE ESTÁ AUMENTANDO:

Recomendação aos pacientes:

1. Seja educado sobre os efeitos da exposição aos raios ultravioletas.
2. Evite os raios do sol tanto quanto possível especial das 10 horas às 16 horas, é o momento o mais perigoso para a exposição UV.
3. Sempre que for para o sol usar um SPF 15 ou mais.

2-TIPOS DE CÂNCER DA PELE:

Há três tipos principais de câncer da pele. Os dois mais comuns são o carcinoma basal do carcinoma basocelular (BCC) e o espinocelular (ECC). Estes são os menos agressivos, raramente se difundem a outras partes do corpo e raramente são fatais. Podem ser curados se tratados precocemente.

O melanoma maligno, o terceiro tipo de câncer da pele, comporta-se como um câncer interno. Espalhará geralmente a outras partes do corpo se não detectado cedo e tratado corretamente.


- Carcinoma Basocelular: originado das células da camada basal, é o mais frequente e com o menor potencial de malignidade. Seu crescimento é lento e muito raramente se dissemina à distância.

Pode se manifestar de várias maneiras, a da foto ao lado é apenas uma delas. Feridas que nao cicatrizam ou lesões que sangram com facilidade devido a pequenos traumatismos, como o roçar da toalha, podem ser um carcinoma basocelular.



 - Carcinoma Espinocelular: originado das células da camada espinhosa, tem crescimento mais rápido e as lesões maiores podem enviar metástases à distância. Também conhecido como carcinoma epidermóide, é bem menos frequente que o basocelular. É comum acometer áreas de mucosa aparente, como a boca ou o lábio, cicatrizes de queimaduras antigas ou áreas que sofreram irradiação (raios X). Pode ocorrer também a partir de ceratoses actínicas, que são lesões.


 - Melanoma: originado das células que produzem o pigmento da pele (melanócitos), é o câncer de pele mais perigoso. Frequentemente envia metástases para outros órgãos, sendo de extrema importância o diagnóstico precoce para a sua cura.

O melanoma pode surgir a partir da pele sadia ou a partir de "sinais" escuros (os nevos pigmentados) que se transformam. Apesar de ser mais frequente nas áreas da pele comumente expostas ao sol, o melanoma também pode ocorrer em áreas de pele não expostas. Pessoas que possuem sinais escuros na pele devem se proteger dos raios ultra violeta do sol, que podem estimular a sua transformação.

Por isso, qualquer alteração em sinais antigos, como: mudança da cor, aumento de tamanho, sangramento, coceira, inflamação, surgimento de áreas pigmentadas ao redor do sinal justifica uma consulta ao dermatologista para avaliação da lesão. Além disso, algumas características dos sinais podem recomendar o exame, portanto conheça o ABCD do melanoma:

Assimetria: formato irregular
Bordas irregulares: limites externos irregulares
Coloração variada (diferentes tonalidades de cor)
Diâmetro: maior que 6 milímetros

A foto acima representa um melanoma em fase inicial (melanoma "in situ"), com todas as características acima descritas. Nesta fase, o melanoma ainda está restrito à camada mais superficial da pele, quando ainda não emite metástases para outros órgãos e pode ser curado pela retirada cirúrgica da lesão.


3-QUEM APRESENTA UM RISCO GRANDE:

Quem não protege a sua pele do sol, quem trabalha, faz esporte ou a recreação envolve muito tempo no sol.

4-COMO POSSO PROTEGER A MINHA PELE?

Troque camisa ou máscaras coloridas para branca, de manga comprida, utiliza chapéu, utilize fator da proteção do sol (FPS). Tome cuidado extra com bebês e as crianças novas. Comece hábitos bons quando as suas crianças são novas.

  • Use sempre um filtro solar com fator de proteção solar (FPS) igual ou superior a 15, aplicando-o generosamente pelo menos 20 minutos antes de se expor ao sol e sempre reaplicando-o após mergulhar ou transpiração excessiva. (saiba mais sobre filtros solares e FPS)
  • Use chapéus e barracas grossas, que bloqueiem ao máximo a passagem do sol. Mesmo assim use o filtro solar pois parte da radiação ultra-violeta reflete-se na areia atingindo a sua pele.
  • Evite o sol no período entre 10 e 15 horas.
  • A grande maioria dos cânceres de pele localizam-se na face, proteja-a sempre. Não esqueça de proteger os lábios e orelhas, locais comumente afetados pela doença.
  • Procure um dermatologista se existem manchas na sua pele que estão se modificando, formam "cascas" na superfície, sangram com facilidade, feridas que não cicatrizam ou lesões de crescimento progressivo.
  • Faça uma visita anual ao dermatologista para avaliação de sua pele e tratamento de eventuais lesões pré-cancerosas.
5-QUAIS SÃO SINAIS E OS SINTOMAS DO CANCER DA PELE?

Lesão de pele que não cura em quatro semanas; lesão que cresce, que muda de cor, que sangra ou que apresenta prurido.

6-COMO O CANCER DA PELE É DIAGNOSTICADO?

Seu médico examinará sua condição anormal da pele próxima. Se suspeitar um BCC ou um SCC pode remover uma amostra pequena e emiti-la a um patologista, ou você pode ser consultado a um especialista da pele. Se seu médico suspeitar que poderia ser um melanoma, o encaminhará a um especialista.

7-COMO O CANCER DA PELE É TRATADO?

O tratamento depende do tipo e do tamanho do câncer e onde está no corpo. A maioria BCCs e de SCCs são curados facilmente pelos meios simples, freqüentemente não uniformes requerendo uma estada no hospital.

O melanoma deve sempre ser tratado por um especialista hábil e em quase todos os casos, é removido pela cirurgia.  


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